sábado, 13 de dezembro de 2008


Eu entreguei meus pulsos ao destino...

Não é necessário que você entenda, eu nã pedi que tentasse;

Eu nunca te vi como parte de mim e nem deveria, me arrependi tanto por fingir ter-te;

Eu não estou mais no controle;

E se estou ouvindo auqela música é para ver se crio coragem para apertar o gatilho;

Não se pode lutar contra o que não se vê, e se nã se vê, por que lutar?

Tantas vezes eu quis me apoiar, eu quis gritar, eu quis fugir..

Sem a menos desconfiar que você não estava nem aí;

É, bem que você disse. Seus espinhos enfim me feriram.

Como ser atingida pela falta de algo que não existe?

Amor? Improvável de mais para ser verdade...

Um comentário:

Vinicius Neves disse...

ninguem se fere com espinhos quando se segura a flor da forma correta.